domingo, 21 de julho de 2013

Sunday Stills #46: "Belleville Rendez-Vous"


O Tour acabou: ficam os vencedores - com assinatura portuguesa nos pódios - e as recordações. No Cinema, a mais bela e delicada será, porventura, este BELLEVILLE RENDEZ-VOUS, de Sylvain Chomet. E a promessa de que para o ano há mais.

sábado, 20 de julho de 2013

CCOP - Top de Junho de 2013


ANTES DA MEIA-NOITE, filme que completa a trilogia das personagens Jesse e Celine, foi considerado o melhor filme do mês de Junho. Mas não só. Com 8,82 de classificação média (especialmente impressionante agora que deram entrada seis novos membros no CCOP), o filme tem entrada directa para o primeiro lugar do top anual. Entre todos os filmes já votados pelo CCOP, ANTES DA MEIA-NOITE recebeu a décima segunda maior classificação de sempre, a mesma conseguida por BLADE RUNNER (1982). Se comparamos com o ano passado, é uma nota apenas ligeiramente inferior à do líder de 2012: Tabu, que foi classificado com a nota média de 8,89. Os filmes que completam o pódio de Junho são ambos escandinavos: o sueco À PROCURA DE SUGAR MAN (vencedor do Óscar 2013 de Melhor Documentário), que deu entrada directa no décimo lugar do top anual e o norueguês HEADHUNTERS - CAÇADORES DE CABEÇAS. Nota para a reposição em sala do clássico de 1953, ATÉ À ETERNIDADE, com a média de 7,73.


Para conhecer os restantes filmes do top mensal e as entradas e saídas do top anual, basta consultar o site oficial do CCOP aqui

domingo, 14 de julho de 2013

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Filme do Mês #6

Todos os meses, o filme com estreia - comercial - nacional que melhor pontuação recebeu da redacção do Matinée Portuense, e o que por cá se escreveu sobre ele.

Junho, 2013

Em Junho, votámos pelo reencontro. Do Amor, do Sol, da maresia. E o de Celine e Jesse connosco (o espectador). BEFORE MIDNIGHT, de Richard Linklater, foi o primeiro filme do ano a conseguir a pontuação perfeita. As dez câmaras vermelhas foram-lhe dadas por António Tavares de Figueiredo.


«Tento resolver a questão central que BEFORE MIDNIGHT coloca: será possível ser-se fiel (ao outro, a nós) sem, no entanto, o ser? Não consigo encontrar a resposta. Sei apenas que, a acabar na Grécia, o mais trágico dos destinos - e, voltando ao tal almoço grego, já lembrava um dos convivas que foram os gregos a inventar a Tragédia -, não podia pedir melhor conclusão para a história de Jesse e Celine. Mas a porta, essa, ficou aberta a um novo reencontro. Por agora...» (ATF)