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segunda-feira, 25 de março de 2013

Conversa de travesseiro #2

Depois de já por cá termos falado de LE QUAI DES BRUMES, de Marcel Carné, a propósito daquela memorável cena na cama que na altura - anos 30 - se assumiu como uma representação pioneira da sexualidade no Cinema, reservamos agora o momento para CASQUE D'OR, de Jacques Becker.

Quase duas décadas depois de Carné, Becker faz da cama de uma pensão - será uma pensão? - peça central de um filme. Explique-se a cena, para quem não a conhece: Manda, criminoso reabilitado mas obrigado a assassinar um rival durante uma rixa, foge de Paris para não ser preso. Marie, antiga acompanhante do defunto e interesse amoroso de Manda, atrai-o a uma casa no campo, onde o espera. Manda descansa num prado junto ao rio, desconhecendo quem lhe pediu para se deslocar ao local, até que Marie lhe surge, acordando-o. Fade para preto. Manda e Marie aparecem juntos na cama.

Perdoe-nos o leitor o estranho campo-contra-campo acima ensaiado, mas uma sequência destas merece a devida atenção. Confirme-se, pois, Jacques Becker como um dos grandes nomes do Cinema clássico.






CASQUE D'OR (1952), de Jacques Becker

quarta-feira, 20 de março de 2013

Fantasporto 2013: de Monte Maior às fontes de Gerénia em doze badaladas

No meio do frenesim provocado pela presença de Manoel de Oliveira no Rivoli - muito a propósito dos setenta anos do seu ANIKI BÓBÓ -, não seria difícil ignorar que ao fundo das escadas se celebrava outro realizador português. E logo um dos mais influentes da sua geração. Quatro obras de António de Macedo foram exibidas durante o Fantasporto 2013, recordando aquele que foi o primeiro português a concurso em Cannes e um pioneiro técnico, tecnológico e temático no Cinema Português. Presença forte do Fantástico em Portugal, os quatro trabalhos de Macedo projectados no certame - datados de 1975 a 1993 - proporcionaram uma viagem maravilhosa a quem teve o prazer de os visualizar. Nós não fomos excepção: marcamos presença em três das sessões - escapou-nos a de O PRINCÍPIO DA SABEDORIA -, imersos naquele Universo fantástico tão nosso.

OS ABISMOS DA MEIA-NOITE, de António de Macedo (Portugal, 1984)

Escrever que OS ABISMOS DA MEIA-NOITE marcou a entrada de António de Macedo no domínio do esotérico, apesar de verdadeiro, poderá assumir-se como algo redutor. Até porque ficara para trás, quase há uma década, O Princípio da Sabedoria,  um filme que deve igualmente muito ao Fantástico. Mas simplificando a questão ao essencial, e voltando à afirmação inicial, há claramente algo de místico em Os Abismos da Meia-Noite. Mesmo que não se consiga explicar a sua natureza.

Nesse aspecto em particular, Ricardo e Irene (Rui Mendes e Helena Isabel, respectivamente) fazem, dentro da fita, as vezes do público. Puxados para um  mundo que lhes é estranho, são interrogados por uma personagem estranha, de vestes brilhantes, que tenta também ela perceber o que os levou àquele lugar. A recriação dos acontecimentos, através da memória dos dois intrusos, encontra paralelo no próprio Cinema enquanto objecto - não estará também o Magíster a ver um filme? -, um mecanismo que se tornaria frequente no trabalho de Macedo.

Essa posição bastante peculiar em relação ao Cinema, aliada a uma extraordinária compreensão do som - para a qual a música do filho, António de Sousa Dias, muito terá contribuído durante as suas colaborações - como dimensão própria, faz de Os Abismos da Meia-Noite um filme particularmente curioso - mesmo que, a espaços, pareça que se prolonga muito para lá do necessário - dentro da filmografia de António de Macedo.

Em Monte Maior há uma porta que se abre durante as doze badaladas da véspera de Natal. Cabe, no entanto, a cada espectador decidir se a recompensa justifica o risco de a ultrapassar. Quanto a mim, recomendo a aventura. (ATF)

OS EMISSÁRIOS DE KHALOM, de António de Macedo (Portugal, 1988)

Por vezes há que dar crédito ao produto nacional, que, embora não seja muito difundido e pouca gente lhe dê o mérito merecido - o bom Cinema português, de facto, existe - é, definitivamente, inovador e de qualidade. Uma das devidas homenagens vai para António de Macedo, realizador de diversos títulos da filmografia portuguesa, um verdadeiro pioneiro que introduziu no nosso país o Cinema Fantástico.

OS EMISSARIOS DE KHALOM é um exemplo desses trabalhos, onde o Fantástico é o principal tema, incluindo não só elementos históricos como também um tema diferente e ao Cinema português do século XX. Embora os elementos mais teatrais do filme possam afastar o mais comum dos espectadores, não deixa de ter o seu encanto, nem que seja pela novidade, tendo em conta o país e o ano de produção. (WJR)

CHÁ FORTE COM LIMÃO, de António de Macedo (França/Portugal, 1993)

Diga-se, logo a abrir, que CHÁ FORTE COM LIMÃO é um filme de Terror soalheiro e iluminado. Isso mesmo, caro leitor, bem diurno, à moda mediterrânica, com fantasmas trágicos e filósofos. E um casarão assombrado, com toda a espécie de convidados. E um jovem fatalista metido em duelos com rivais amorosos, uma moça impressionável e mais segredos e intrigas do que uma tarde no Parlamento.

Esse Fantástico bem nosso - e que nunca abandonou a obra do cineasta - transforma a última longa-metragem ficcional de António de Macedo num objecto de raro interesse. Há toda uma construção positiva por detrás da narrativa - manifestada igualmente pela luz que inunda a tela e pelos fades a branco - que teima em contrariar as convenções do género. E a fotografia de Manuel Costa e Silva - das melhores do Cinema Português, arrisco-me a avançar - muito terá ajudado nesse sentido.

Escreva-se, aliás, que todo o filme é um prodígio técnico, da música à direcção artística. Não deixa, contudo, de ser algo irónico que uma carreira como a de António de Macedo - tão ligada ao progresso e à inovação - encontre o seu término num drama de época. Mas quando o resultado prima pela excelência, pormenores desses podem dar-se ao luxo de ser ignorados. E Chá Forte com Limão é mesmo um dos grandes filmes portugueses dos anos 90. (ATF)

quinta-feira, 14 de março de 2013

Conversa de travesseiro #1

Jean Gabin e Michèle Morgan protagonizaram em 1938 uma das cenas mais memoráveis do Cinema clássico francês. Em LE QUAI DES BRUMES, de Marcel Carné, a câmara encontra a dupla na cama, abraçados, numa demonstração de sexualidade completamente impensável para o Cinema norte-americano - leia-se, Hollywood - da altura.


LE QUAI DES BRUMES (1938), de Marcel Carné

quarta-feira, 13 de março de 2013

O Fantas em números

A Matemática nunca foi o nosso forte. Ainda assim, decidimos abraçar o desafio de tentar explicar por números a nossa cobertura desta edição do Fantas.

  • 39 longas-metragens (31 inéditos + 8 clássicos)
  • 81% das longas-metragens inéditas visualizadas
  • 77% notas positivas (entre as longas-metragens inéditas)
  • 19% notas negativas (entre as longas-metragens inéditas)
  • 2 filmes inclassificados
  • 31% notas ≥ 7/10 (entre as longas metragens inéditas)
  • 6 entrevistas
  • 78 horas dedicadas ao festival (em filmes) durante 9 dias (8,5 horas por dia)

Digam lá se não é motivo de sobra para sair do Rivoli cansado.

terça-feira, 12 de março de 2013

Nem pareceram 70 anos

Não é todos os dias que um filme celebra 70 anos. Melhor, não é todos os anos que um filme como ANIKI BÓBÓ celebra a data. Para assinalar a efeméride, o Fantasporto exibiu a obra no Grande Auditório do Rivoli - em horário privilegiado -, numa sessão que contou com a presença de Manoel de Oliveira e Fernanda Matos.


Sobre a enchente de jornalistas e a selvajaria que teve lugar no átrio do Rivoli não se escreverá aqui - até porque o Nuno Reis, do Antestreia, já o fez, e muito bem, diga-se de passagem -, merecendo o nosso destaque o filme em si. Nunca me tinha apercebido, até o ver projectado em grande ecrã, do quão bem envelheceu Aniki Bóbó. Do tema - a hipocrisia na sociedade - ao trabalho técnico, a estreia de Oliveira nas longas ficcionais mantém-se, ainda hoje, uma obra actual e necessária de ser (re)descoberta.

O filme que antecipou o neorrealismo italiano num ano - OSSESSIONE, de Luchino Visconti, obra que alguns críticos colocam na origem do movimento, só estrearia em 1943 - revelaria logo no início da sua carreira a preocupação de Manoel de Oliveira com a sociedade e os seus problemas. E o amor pelo Porto - que aqui filma como só ele sabe, em belos planos da Ribeira -, a sua cidade (que é também nossa). Em tempos de «um micro-país chamado Lisboa», é sempre bom recordar que há mais Portugal. E vê-lo tão bem representado. Pelo que fez - e pelo que ainda lhe falta fazer -, a Manoel de Oliveira, Decano dos realizadores, o nosso mais sincero obrigado.

«Aniki-bébé, Aniki-bóbó, Passarinho Tótó, Berimbau, Cavaquinho, Salomão, Sacristão, Tu és Polícia, Tu és Ladrão.»

domingo, 10 de março de 2013

Fantasporto, quando o fim é apenas um princípio

Hoje ainda há filmes no Rivoli - os premiados -, mas o Fantasporto 2013 terminou ontem para os redactores do Matinée Portuense. Entramos, portanto, em fase de balanço final e de tratamento do material recolhido durante o certame. Entre críticas, entrevistas e outras brincadeiras cinéfilas, temos pela frente semanas de publicações. O final do Fantas coloca-nos, assim, uma questão importantíssima: o que fazer - e como tratar - a quantidade absurda de informação à nossa disposição?


Mas antes, a semana. E decidir quem - e quando - veria determinado filme. E andar atrás de convidados a pedir entrevistas. E meter conversa, assim quase como quem não quer a coisa, com aquela instituição da crítica britânica que dá pelo nome de Kim Newman. E ver aquele objecto-Cinema, verdadeiramente impressionante na sua execução, chamado VANISHING WAVES [Kristina Buozyte, 2012]. Se António de Macedo já dizia do Cinema tratar-se de uma «fábrica de sonhos» - a expressão que, provavelmente, mais vezes fomos ouvindo e repetindo ao longo do festival -, o Fantas representa para nós, escribas deste espaço, essa tal dimensão fantástica. Até porque somos gajos do Porto - cairá mal a alguém escrever-se "gajo" por aqui? -, o que torna a ocasião particularmente especial para nós.

Quanto ao material, o entre-sessões foi-nos dando algumas pistas quanto ao seu possível tratamento. Mas ficaram algumas dúvidas. Despachamos os filmes da Orient Express, uma das secções mais interessantes, de uma só vez, ou encaixamo-los noutros blocos temáticos? Que entrevista editar e publicar primeiro? O que fazer com umas quantas fitas que dividiram a nossa opinião? Até agora não temos nenhuma resposta definitiva a essas questões. A única certeza é que tudo começará hoje - no fim - com estas linhas.

Ontem deixamos para trás, pela última vez nesta semana, o Rivoli. Custa dizer adeus ao Fantas, aos amigos - velhos e novos -, ao ritmo intenso com que se vive a cinefilia durante aqueles dias. O discurso de encerramento levantava novamente a interrogação sobre o futuro do Fantasporto. Eu, como portuense e amante do Cinema, quero acreditar que para o ano andaremos outra vez pelos corredores do Rivoli, reencontrando caras conhecidas no 34º Fantas. Até porque haverá convidados novos para perseguir e filmes certamente extraordinários para descobrir naqueles auditórios que nos são tão familiares.

Hoje ainda há filmes no Rivoli, mas nenhum de nós os irá ver. Chegou a altura de colocar mãos ao trabalho e encarar a fera de frente. A todos os que, de alguma maneira, nos facilitaram o Fantas, o nosso mais sincero obrigado. Até para o ano, pessoal. Nós não nos esqueceremos de lá estar.

António Tavares de Figueiredo

Sunday Stills #28: "Pietà"



Em semana de Fantas, vamos buscar o fotograma da semana a PIETÀ, de Kim Ki-duk, vencedor do Prémio de Melhor Filme atribuído pela blogosfera.

Fantasporto, dia 10 - programa

O programa para 10 de Março, o dia dos vencedores:

Grande Auditório
THALE, de Aleksander Nordaas (Noruega, 2012) | 15h00
IRON SKY, de Timo Vuorensola (Alemanha/Austrália/Finlândia/, 2012) | 17h00
O APÓSTOLO, de Fernando Cortizo (Espanha, 2012) | 19h00
THE SEASONING HOUSE, de Paul Hyett (Reino Unido, 2012) | 21h15
PIETÀ, de Kim Ki-duk (Coreia do Sul, 2012) | 23h15

Pequeno Auditório
FORGOTTEN, de Alex Schmidt (Alemanha, 2012) | 15h15
BERBERIAN SOUND STUDIO, de Peter Strickland (Reino Unido, 2012) | 17h15
WHITE TIGER, de Karen Shakhnazarov (Rússia, 2012) | 19h15
THE GRAND HEIST, de Kim Joo-ho (Coreia do Sul, 2012) | 21h00
ACE ATTORNEY, de Takashi Miike (Japão, 2012) | 23h00

Fantasporto 2013: os vencedores


SECÇÃO OFICIAL DE CINEMA FANTÁSTICO

Grande Prémio Fantasporto 2013 - Melhor Filme:
MAMA, de Andrès Muschietti

Prémio Especial do Júri:
O APÓSTOLO, de Fernando Cortizo

Melhor Realização:
Andrès Muschietti, por MAMA

Melhor Actor:
Toby Jones, por BERBERIAN SOUND STUDIO

Melhor Actriz:
Jessica Chastain, por MAMA

Melhor Argumento:
FORGOTTEN, de Alex Schmidt

Melhores Efeitos Especiais/Fotografia:
IRON SKY, Timo Vuorensola

Melhor Curta-Metragem:
HOTEL, de José Luis Aleman

SEMANA DOS REALIZADORES

Melhor Filme:
PIETÀ, de Kim Ki-Duk

Prémio Especial do Júri:
WHITE TIGER, de Karen Shaknazarov

Melhor Realizador:
Karen Shaknazarov por WHITE TIGER

Melhor Argumento:
Boudewijn Koole e Jolein Laarman por KAUWBOY

Melhor Actor:
Aleksey Vertkov, por WHITE TIGER

Melhor Actriz:
Lee Jung-Jin, por PIETÀ

ORIENT EXPRESS

Melhor Filme:
THE GRAND HEIST, de Kim Joo-Ho

Prémio Especial do Júri:
THE WEIGHT, de Jeon Kyu-Hwan

COMPETIÇÃO DE ESCOLAS E CINEMA PORTUGUÊS

Melhor Filme Português:
MIA MIA SUDAN TAMAM TAMAM, de Luís Moya

Melhor Escola de Cinema:
RESTART - Escola de Creatividade e Novas Tecnologias

PRÉMIOS NÃO-OFICIAIS

Prémio da Crítica:
THE SEASONING HOUSE, de Paul Hyett

Prémio do Público:
THALE, de Aleksandre Nordaas

PRÉMIOS DE CARREIRA

António de Macedo (realizador)
Bernard Despomadères
Jean Loup Passek
Paulo Neves

sexta-feira, 8 de março de 2013

Fantasporto, dia 8 - programa

O programa para 8 de Março:

Grande Auditório
FEED ME WITH YOUR WORDS, de Martin Turk (Eslovénia, 2012) | 15h00
SLICE AND DICE: THE SLASHER FILM FOREVER, de Calum Waddell (Reino Unido, 2012) | 17h00
LA PLANÈTE SAUVAGE, de René Laloux (Checoslováquia/França, 1973) | 19h00
THE TALL MAN, de Pascal Laugier (Canadá/EUA/França, 2012) | 21h15
TULPA, de Federico Zampaglione (Itália, 2012) | 23h15
SAWNEY: FLESH OF MAN, de Ricky Wood (Reino Unido, 2012) | 01h15

Pequeno Auditório
Prémio Cinema Português - Escolas (Escola Superior de Teatro e Cinema - Amadora) | 9h30
Prémio Cinema Português - Escolas (Escola Artística de Soares dos Reis) | 10h30
Prémio Cinema Português - Escolas (Universidade Católica do Porto) | 11h30
Prémio Cinema Portugês - Escolas (RESTART) | 12h30
Prémio Cinema Portugês - Escolas (Universidade Lusófona - Lisboa; EPI/ETIC - Lisboa) | 15h15
Prémio Cinema Portugês - Filmes | 17h15
FACE TO FACE, de Michael Rymer (Austrália, 2011) | 21h00
TENTH DAY, de Vasilis Mazomenos (Grécia, 2012) | 23h00
MODUS ANOMALI, de Joko Anwar (Indonésia, 2012) | 01h00

quinta-feira, 7 de março de 2013

Fantasporto, dia 7 - programa

O programa para 7 de Março:

Grande Auditório
KAUWABOY, de Boudewijn Koole (Países Baixos, 2012) | 15h00
OTRO VERANO, de Jorge Arenillas (Espanha, 2012) | 17h00
MODUS ANOMALI, de Joko Anwar (Indonésia, 2012) | 19h00
WHITE TIGER, de Karen Shakhnazarov (Rússia, 2012) | 21h15
BERBERIAN SOUND STUDIO, de Peter Strickland (Reino Unido, 2012) | 23h15

Pequeno Auditório
Prémio Cinema Português - Filmes | 9h30
Prémio Cinema Português - Filmes | 10h30
Prémio Cinema Português - Filmes | 11h30
Prémio Cinema Portugês - Escolas (Universidade do Minho) | 12h30
Prémio Cinema Portugês - Filmes e Escolas (Universidade Católica do Porto) | 14h30
Prémio Cinema Portugês - Escolas (RESTART; Universidade do Minho) | 17h45
CHÁ FORTE COM LIMÃO, de António de Macedo (França/Portugal, 1993) | 21h00
THE EXAM, de Péter Bergendy (Hungria, 2011) | 23h00

quarta-feira, 6 de março de 2013

Fantasporto, dia 6 - programa

O programa para 6 de Março:

Grande Auditório
TENTH DAY, de Vasilis Mazomenos (Grécia, 2012) | 15h00
THE GRAND HEIST, de Kim Joo-ho (Coreia do Sul, 2012) | 17h00
ANIKI BÓBÓ, de Manoel de Oliveira (Portugal, 1942) | 19h15
THE EXAM, de Péter Bergendy (Hungria, 2011) | 21h15
VANISHING WAVES, de Kristina Buozyte (Bélgica/França/Lituânia/, 2012) | 23h15

Pequeno Auditório
Prémio Cinema Português - Escolas (EPI/ETIC – Lisboa) | 9h30
Prémio Cinema Português- Filmes | 10h30
Prémio Cinema Português - Escolas (Universidade Lusófona – Lisboa) | 11h30
Prémio Cinema Português - Filmes | 12h30
Prémio Cinema Português - Filmes | 15h15
Prémio Cinema Português - Escolas (Escola Superior de Teatro e Cinema - Amadora; Escola Artística de Soares dos Reis - Porto) | 17h00
FORGOTTEN, de Alex Schmidt (Alemanha, 2012) | 21h00
O PRINCÍPIO DA SABEDORIA, de António de Macedo (Portugal, 1975) | 23h00

terça-feira, 5 de março de 2013

Fantasporto: o ponto sem retorno

É oficial: atingimos o meio do Fantasporto. Imensas sessões em apenas cinco dias - se nos tiverem escapado dois ou três filmes até agora já será muito -, e os olhos já nos tentam fugir das órbitas. Não obstante a fadiga, ainda faltam outros tantos dias, e a verdade é que quem corre por gosto não cansa.

Para os surpreendidos por ainda não termos começado por aqui a habitual chuva de críticas aos filmes exibidos, não há razão para desesperar. Ela há-de chegar. E em blocos temáticos - o entre-filmes sempre servirá para alguma coisinha, quanto mais não seja para o planeamento do que fazer com a informação recolhida -, numa espécie de crítica-omnibus.
 
Fica a promessa. Mas, por agora, mais filmes.

Fantasporto, dia 5 - programa

O programa para 5 de Março:

Grande Auditório
AGLAJA, de Krisztina Deák (Hungria/Polónia/Roménia, 2012) | 14H30
AKP: JOB 27, de Michael L. Suan (Canadá/Japão, 2012) | 17h00
THE DEEP BLUE SEA, de Terence Davies (EUA/Reino Unido, 2012) | 21h15
THALE, de Aleksander Nordaas (Noruega, 2012) | 23h15

Pequeno Auditório
Fantas em Curtas (Filmes Holandeses 1) | 9h30
Fantas em Curtas (Filmes Holandeses 2) | 10h30
Fantas em Curtas (Filmes da Irlanda 1) | 11h30
Fantas em Curtas (Filmes da Bélgica Wallonie 1) | 12h30
Festival Black & White | 15h15
Cine Clube de Avanca | 17h15
THE SEASONING HOUSE, de Paul Hyett (Reino Unido, 2012) | 21h00
IRON SKY, de Timo Vuorensola (Alemanha/Austrália/Finlândia/, 2012) | 23h00

segunda-feira, 4 de março de 2013

Fantasporto, dia 4 - programa

O programa para 4 de Março:

Grande Auditório
DELIRIUM, de Ihor Podolchak (República Checa/Ucrânia, 2013) | 15h00
FORGOTTEN, de Alex Schmidt (Alemanha, 2012) | 17h00
A BEAUTIFUL MISTAKE, de Hui Zhou Lu (China, 2010) | 19h00
THE WEIGHT, de Jeon Kyu-hwan (Coreia do Sul, 2012) | 21h15
ACE ATTORNEY, de Takashi Miike (Japão, 2012) | 23h15

Pequeno Auditório
Fantas em Curtas (Filmes da Bélgica Wallonie 2) | 9h30
Fantas em Curtas (Filmes da Irlanda 5) | 10h30
Fantas em Curtas (Filmes da Irlanda 2) | 11h30
Fantas em Curtas (Filmes da Bélgica Wallonie 1) | 12h30
OS EMISSÁRIOS DE KHALOM, de António Macedo (Portugal, 1988) | 15h15
ASCENSEUR POUR L'ÉCHAFAUD, de Louis Malle (França, 1958) | 17h15
WHITE TIGER, de Karen Shakhnazarov (Rússia, 2012) | 21h00
PIETÀ, de Kim Ki-duk (Coreia do Sul, 2012) | 23h00

domingo, 3 de março de 2013

Fantasporto, dia 3 - programa

O programa para 3 de Março:

Grande Auditório
FACE TO FACE, de Michael Rymer (Austrália, 2011) | 15h00
CLOSED CIRCUIT, de Giorgio Amato (Itália, 2012) | 17h00
CODEPENDENT LESBIAN SPACE ALIEN SEEKS THE SAME, de Madeleine Olnek (EUA, 2011) | 19h00
PIETÀ, de Kim Ki-duk (Coreia do Sul, 2012) | 21h15
IRON SKY, de Timo Vuorensola (Alemanha/Austrália/Finlândia/, 2012) | 23h15

Pequeno Auditório
Fantas em Curtas (Filmes Holandeses 2) | 9h30
Fantas em Curtas (Filmes da Bélgica Wallonie 2) | 10h30
Fantas em Curtas (Filmes Holandeses 1) | 11h30
Fantas em Curtas (Filmes da Irlanda 5) | 12h30
Filmes Cinanima - o Melhor do Cinema de Animação de 2012 | 15h15
PEAU D'ÂNE, de Jacques Demy (França, 1970) | 17h15
THE WEIGHT, de Jeon Kyu-hwan (Coreia do Sul, 2012) | 19h15
AFTER, de Ryan Smith (EUA, 2012) | 21h00
BERBERIAN SOUND STUDIO, de Peter Strickland (Reino Unido, 2012) | 23h00

sábado, 2 de março de 2013

Fantasporto, dia 2 - programa

O programa para 2 de Março:

Grande Auditório
O APÓSTOLO, de Fernando Cortizo (Espanha, 2012) | 15h00
AFTER, de Ryan Smith (EUA, 2012) | 17h00
THE LAST WILL AND TESTAMENT OF ROSALINE LEIGH, de Rodrigo Gudiño (Canadá, 2012) | 19h00
THE SEASONING HOUSE, de Paul Hyett (Reino Unido, 2012) | 21h15
INSENSIBLES, de Juan Carlos Medina (Espanha/França/Portugal, 2012) | 23h15

Pequeno Auditório
Fantas em Curtas (Filmes da Irlanda 5) | 9h30
Fantas em Curtas (Filmes Holandeses 3) | 10h30
Fantas em Curtas (Filmes da Bélgica Wallonie 2) | 11h30
Fantas em Curtas (Filmes da Bélgica Wallonie 3) | 12h30
LE QUAI DES BRUMES, de Marcel Carné (França, 1938) | 15h15
OS ABISMOS DA MEIA-NOITE, de António Macedo (Portugal, 1984) | 17h15
THALE, de Aleksander Nordaas (Noruega, 2012) | 19h15
TULPA, de Federico Zampaglione (Itália, 2012) | 21h00
MIDNIGHT SON, de Scott Leberecht (EUA, 2011) | 23h00
SLICE AND DICE: THE SLASHER FILM FOREVER, de Calum Waddell (Reino Unido, 2012) | 01h00

sexta-feira, 1 de março de 2013

Fantasporto, dia 1 - programa

Depois de alguns dias de Pré-Fantas, a abertura oficial do certame. O programa para 1 de Março:

Grande Auditório
CASQUE D'OR, de Jacques Becker (França, 1952) | 15h00
SANS TOIT NI LOI, de Agnès Varda (França, 1985) | 17h00
MAMA, de Andrés Muschietti (Canadá/Espanha, 2013) | 21h00 (Sessão de Abertura)
THE RED SHOES, de Michael Powell e Emeric Pressburger (Reino Unido, 1948) | 23h30

Pequeno Auditório
Fantas em Curtas (Filmes da Irlanda 1) | 9h30
Fantas em Curtas (Filmes da Bélgica Wallonie 3) | 10h30
Fantas em Curtas (Filmes da Irlanda 3) | 11h30
Fantas em Curtas (Filmes Holandeses 3) | 12h30
LA CÉRÉMONIE, de Claude Chabrol (Alemanha/França, 1995) | 15h15
L'ANNÉE DERNIÈRE À MARIENBAD, de Alain Resnais (França/Itália, 1961) | 17h15
THE LAST WILL AND TESTAMENT OF ROSALINE LEIGH, de Rodrigo Gudiño (Canadá, 2012) | 21h00
SAWNEY: FLESH OF MAN, de Ricky Wood (Reino Unido, 2012) | 23h00

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Pré-Fantas abre com filme-concerto

O Pré-Fantas - o Fantas antes do Fantas, por assim dizer - abre esta segunda-feira às 22h00 com um filme-concerto. Os Beautify Junkyards vão interpretar ao vivo no Rivoli uma banda sonora para LA PLANÈTE SAUVAGE, de René Laloux. Para quem não pôde estar presente, fica uma demo do planeado.




Um evento, no mínimo, muito interessante.

O Matinée Portuense inicia a partir de hoje uma cobertura intensiva ao Fantasporto 2013 - a sua 33ª edição -, com notícias, críticas a filmes e entrevistas. Nós já estamos preparados. E vocês?

Programação de 25 a 28 de Fevereiro: Grande Auditório e Pequeno Auditório do Rivoli.